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Segunda-feira, 24 de abril de 2017

03/04/2017 - 12h29min

Perspectiva

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Sonhar é preciso!... Acreditar?!... Mais ainda!

Eta tempinho incrível esse que estamos passando... É Lava-Jato bombando sujeira grossa... É sucateamento da saúde, educação, segurança pública, adulteração do leite e de alimentos a base de carnes... Salve-se quem puder!... Ah!... Nesse “Estado Anárquico” estão, ainda, propondo a “lei da mordaça” que engessa as investigações de “autoridades”. É o que faltava!

Nessa conjuntura, Guaíba teve uma boa notícia. Foi criado o Observatório Social. Essa organização é resultado da iniciativa da sociedade civil e tem como objetivo estimular a cidadania e a ética. De forma simplificada, podemos dizer que é um sistema para monitorar os recursos públicos. A missão é nobre, mas difícil, pois alguns gestores não gostam de ser observados e avaliados. Resistências e reações contrárias são frequentes.

No embalo do “Observatório”, mesmo sendo cedo para fazer uma crítica mais embasada em resultados, acredito que, no governo Sperotto, os acertos estão superando os equívocos e há sinais de aprovação. Porém, é necessário mais tempo para fazer uma análise consistente e realista. Seria interessante centrar as observações em três pontos: O que está mudando? Qual foi a “voltagem” do choque de gestão? Quais são os cenários e as perspectivas?

Nesses 100 dias, destaco dois pontos negativos: Continuam confundindo limpeza urbana com gestão ambiental e não vejo ações no sentido de efetivar o Parque Municipal Morro José Lutzenberguer. Há algum tempo, temos R$ 6 milhões, para o Parque, “parados” na câmara de compensação ambiental da SEMA. Sugestão: Por que não aproveitar a “boa vontade” da Secretária Ana Pellini para resgatar o possível dos R$ 30 milhões perdidos das compensações ambientais da CMPC? Ah! Peçam à SEMA/FEPAM para ministrar um treinamento à Secretaria Municipal de Meio Ambiente sobre o novo modelo de licença ambiental: a “LV” (Licença Verbal). Confesso minha ignorância! Não conhecia esse “modelito” de processo liberatório. Estou tentando achar alguém na FEPAM que me explique esse procedimento!

Deixando de lado o caótico debate sobre a intervenção na “beira” e como vejo a atual gestão, confesso que sonho ver efetivas ações de integração da cidade com o “lago”. Sonho, também, com o devido aproveitamento do nosso patrimônio natural, cultural e histórico num “projeto” de indústria limpa do turismo. Sonho com o dia em que o “Berço da Revolução Farroupilha” deixará de renegar seus patrimônios históricos, principalmente, o “Marco Farroupilha”! Sonho podermos acessar o Parque Morro José Lutzenberguer, via um teleférico, e, de um mirante, deslumbrarmos a beleza cênica do “lago”, da ponta de Itapuã até o delta do Jacuí. Depois, um “happy hour” no restaurante giratório no topo do Morro. Sonhar é preciso!... Acreditar?!... Mais ainda!

“Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade”. Yoko Ono. (Imagine!)

 Tulio Carvalho

[email protected]

Publicado em 1º/4/17.

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