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Sexta-feira, 16 de novembro de 2018

05/11/2018 - 14h26min

Matou a companheira com uma facada e escondeu o corpo no Interior de Camaquã

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A Delegacia de Polícia de Camaquã, na tarde de sábado, 27, esclareceu o caso do desaparecimento de uma mulher. Familiares do companheiro da vítima procuraram a Polícia Civil, dizendo que ele queria confessar o homicídio da companheira e mostrar onde estava o corpo da vítima.

Uma equipe de policiais civis deslocou-se com o homem até a localidade de Banhado do Colégio, Interior do Município (foto), onde se encontrava o corpo da vítima. Interrogado, ele confessou ter assassinado sua companheira na noite do dia 17 de outubro, com uma facada na altura do abdômen, após terem discutido.

Segundo a delegada Vivian Sander Duarte, o homem também confessou que ocultou o cadáver no Banhado do Colégio na madrugada do dia 19, ou seja, mais de 24 horas após o crime. “Ele irá responder pelos crimes de feminicídio e de ocultação de cadáver”, disse a delegada.

Acidente Fatal na Avenida Nestor de Moura Jardim

Era 1h30 da madrugada de quarta-feira, 31, quando uma guarnição da Brigada Militar foi acionada para atender um grave acidente de trânsito na Avenida Nestor de Moura Jardim, Ramada, em Guaíba, envolvendo um carro e uma moto.

Ao chegarem no local, os PMs encontraram o corpo do condutor da motocicleta Yamaha/Fazer YS 250 caído no chão. Segundo a BM, de imediato ele foi socorrido pela equipe do SAMU e encaminhado ao PA, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante o atendimento.

A Polícia fez contato com o condutor do veículo envolvido no acidente, um Renault/Scenic, e o mesmo informou que estava se deslocando pela Avenida Nestor de Moura Jardim, sentido Centro/Bairro, e ao realizar uma manobra para virar à esquerda houve a colisão da motocicleta que se deslocava na mesma via no sentido contrário (Bairro/Centro).

O motorista realizou o teste do etilômetro (bafômetro) e o mesmo apresentou resultado negativo. O registro foi efetuado na Delegacia de Polícia de Guaíba.


Um revólver a menos nas ruas de Eldorado

No início da tarde de quarta-feira, 31, uma guarnição da Brigada Militar (Rocam) realizava patrulhamento no Bairro Delta, em Eldorado do Sul, quando avistou três indivíduos em atitude suspeita. Ao abordá-los e fazendo a revista pessoal, foi encontrado um revólver calibre 38, cinco munições, três celulares e R$ 34,00 em dinheiro. Todos foram encaminhados para a DP local.

Corpo boiando na Praia no Centro de Guaíba

Na manhã de segunda-feira, 29 de outubro, o corpo de um homem negro, sem roupa, apareceu boiando na margem junto ao Calçadão, no Centro de Guaíba. A Brigada Militar foi comunicada e se deslocou até a Avenida João Pessoa.

De acordo com a BM, o corpo aparentava ser de um indivíduo de 60 anos. A guarnição isolou o local até a chegada do IGP/DML e efetuou o registro na Delegacia de Polícia. Fonte da Prefeitura descartou a possibilidade de ser um morador de rua.

Até o fechamento desta edição, a Gazeta não havia conseguido apurar as circunstâncias da morte.

O Golpe do “book fotográfico”

Na terça-feira, 30, a Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso de Porto Alegre deflagrou a Operação 15x21, com o objetivo de combater o crime de estelionato praticado contra vítimas idosas no Centro da Capital. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão.

Seis empresas fotográficas são suspeitas de aplicarem o golpe popularmente conhecido como “book fotográfico” ou “golpe do brinde”, onde mulheres idosas são abordadas em via pública com a oferta de brindes, sendo posteriormente conduzidas a salas comerciais. Nos locais, as vítimas são maquiadas e fotografadas e, para deixarem o local, são coagidas a pagar valores exorbitantes por serviços de fotografia que não contrataram.

Segundo a delegada Larissa Fajardo, para enganarem as vítimas, os suspeitos utilizam um atrativo falso, brinde e conversa amigável. “Na etapa da cobrança, a abordagem, contudo, se torna mais ríspida. Na maioria das vezes, um homem efetua a cobrança, exigindo que a vítima mostre qualquer cartão de crédito (ou débito) que tenha consigo. Nessa linha, frisa-se que os valores debitados dos cartões sempre são maiores do que aqueles negociados com as vítimas. Em alguns casos houve, inclusive, pagamento em espécie, além dos montantes descontados dos cartões”, explicou a delegada.

Os fatos tiveram início em maio de 2017 e persistem até os dias atuais. Até o momento, 33 vítimas foram identificadas pela Polícia Civil, as quais tiveram um prejuízo financeiro de aproximadamente R$ 50 mil.

Para dificultar a identificação dos envolvidos, os estúdios fotográficos mudavam constantemente de endereço e de identidade visual.

Foto: Divulgação/PC

Publicado em 3/11/2018.


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