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Quinta-feira, 19 de outubro de 2017

09/10/2017 - 10h08min

Bombeiros interditam calçada da Câmara

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Na edição do dia 30 de setembro (1250), a Gazeta Centro-Sul publicou matéria sobre o perigo de acidente no entorno do prédio da Câmara Municipal de Guaíba, localizado no Centro da Cidade, devido à queda de parte da cobertura da fachada.

O revestimento com pastilhas foi feito em 2012 e dois anos mais tarde começou a apresentar problemas com o deslocamento de placas na parte dos fundos do prédio.

Na madrugada de terça-feira, 26 de setembro deste ano, um pedaço da fachada caiu sobre a calçada na Avenida Sete de Setembro. Ninguém ficou ferido e não houve danos materiais devido ao horário em que aconteceu.

Após a publicação da Gazeta, diversos leitores questionaram sobre a garantia do trabalho executado em 2012, bem como quem fiscalizou a obra, quem foi o gestor e quem autorizou o pagamento da mesma. As questões foram encaminhadas à Mesa Diretora.

O presidente da Câmara, vereador Renan Pereira, solicitou a interdição da calçada, a fim de evitar acidentes, o que foi feito pelo Corpo de Bombeiros essa semana (foto).

O que diz a Presidência

Em relação ao questionamento sobre responsabilidades, a Presidência da Câmara Municipal informou que a obra foi executada pela empresa Izydros, por meio de contrato firmado em agosto de 2012, na gestão do presidente Luis Carlos Vargas. De acordo com a legislação, a obra tem garantia de cinco anos, que vence no final de outubro de 2017 (neste mês).

Segundo a nota do Legislativo enviada à Gazeta Centro-Sul, em dezembro de 2016, foi elaborado um laudo técnico por engenheiro contratado pela Câmara, apontando as patologias existentes no prédio, destacando más condições de aderência. Com base nesse laudo, que apontou defeito na execução da obra, a Câmara contatou novamente a empresa Izydros para que a mesma efetuasse os reparos necessários, o que aconteceu por meio de Notificação Extrajudicial datada de 15 de maio de 2017. Em resposta, a empresa contestou o laudo.

Tentativa de Acordo

Na quinta-feira, 5, foi realizada uma reunião com representantes da Câmara de Vereadores e da Izydros, visando firmar um acordo para evitar que o caso vá para a Justiça.

Renan Pereira disse que a empresa se comprometeu a enviar até terça-feira, dia 10 de outubro, uma proposta de reparo da obra, com a retirada de todo o revestimento cerâmico, sem qualquer custo para a Câmara. Se for aceita a proposta, será formalizado um termo de acordo e iniciada a reparação em regime de urgência, considerando os riscos à população. O Legislativo ficará responsável pela colocação de uma nova cobertura (sem pastilhas) e pintura (abrirá nova licitação), o que, segundo Renan, terá uma redução de custo em torno de 50% se a obra fosse totalmente refeita pela Câmara.

Foto: LA/Gazeta

Publicado em 7/10/2017.


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