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26/07/2010 - 11h02min
Ocorrências Policiais
Polícia Civil de Guaíba esclarece três homicídios. Acusado está preso no Presídio Central.
 

Jamanta é suspeito de outros três homicídios
Após meses de investigações, o Setor de Inteligência da Polícia Civil de Guaíba acredita ter esclarecido três homicídios. O autor, Robson Masui Duarte (foto), conhecido popularmente pela alcunha de “Jamanta”, de 22 anos, negou qualquer participação nos casos. Ele é suspeito de autoria em outros três assassinatos.
O chefe do Setor de Investigações da Polícia Civil, Leonardo Gardel, explicou que Jamanta já estava preso preventivamente, no Presídio Central, por envolvimento com o tráfico de drogas. “Ouvimos o acusado e ele negou ter cometido os crimes, mas temos provas suficientes para indiciá-lo em pelo menos três homicídios”, afirmou o policial.

Os casos
Em 4 de outubro de 2009, Rodrigo Maciel da Silva, 28 anos, foi executado em via pública, baleado por pelo menos quatro tiros, no Bairro Cohab. E no dia 3 de junho deste ano, Marcelo Souza Gomes, 34 anos, e Manoel Santos Santiago Fontoura, 22 anos, foram executados na Vila São Jorge.
Gardel comemorou o esclarecimento destes homicídios. “Trata-se de um indivíduo de alta periculosidade, é muito importante pois irá inibir outros bandidos de cometerem este tipo de crime”, concluiu o investigador.

Foto: Divulgação/PC

Outras Notícias de Polícia

Preso suspeito de estupro em Eldorado
Agentes da DP de Eldorado do Sul prenderam, na manhã de segunda-feira, 19, um homem de 60 anos acusado de estupro. Segundo a Polícia, contra ele já havia um mandado de prisão preventiva decretado pela mesma prática.
De acordo com relatos das vítimas e testemunhas, passados à Polícia, o detido fazia transporte escolar diariamente de crianças em Eldorado do Sul e se aproveitaria delas, tocando nos órgãos sexuais das meninas, que tinham entre oito e dez anos. O suspeito convidava as vítimas para passear pela orla do Guaíba e as obrigava a tocar seu órgão genital. O homem foi encaminhado ao Presídio Central.

Caso do Dedo Decepado
Conforme noticiado na semana passada, na tarde do dia 13 de julho, uma jovem de 14 anos teve o indicador da mão direita decepado, supostamente devido a uma dívida com o tráfico. Um dos envolvidos foi preso dois dias depois. O outro acusado, de 22 anos, com prisão preventiva decretada, se apresentou com seu advogado na DP, na segunda-feira, 19, reservando-se a falar somente em juízo. Ele foi encaminhado ao Presídio Central.
A menor, que estava no abrigo municipal, conforme ocorrência policial, fugiu do estabelecimento na manhã do sábado, 17, por volta das 8h30.

Assalto no Pedágio
Três homens armados assaltaram a Praça de Pedágio localizada no km 303 da BR-116, no Bairro Pedras Brancas. Por volta das 21 horas de segunda-feira, 19, o trio anunciou o assalto, rendendo os trabalhadores que estavam nas cabines 2, 3, 6, 7 e 8. Para a fuga, roubaram um veículo que passava pelo local no momento do assalto. O carro partiu em direção ao Bairro Pedras Brancas. Segundo consta nos registros na DP, a quantia roubada não foi divulgada pela empresa.
O investigador Leonardo Gardel explicou que acredita não se tratar de uma quadrilha especializada. “Pela forma como eles agiram, aparentaram ser ladrões comuns que aproveitaram o momento para fazer o roubo. Seguiremos com as investigações”, explicou.

Golpe do Sequestro
Essa semana, falsários tentaram aplicar o golpe do sequestro em uma guaibense de 55 anos. Os golpistas tinham diversas informações sobre a vítima, inclusive o seu local de trabalho. De acordo com ocorrência policial, três vozes masculinas, em ligações diferentes, avisaram à senhora que teriam sequestrado sua filha. Uma moça, com voz semelhante a da filha, dizia para ter cuidado com o seu irmão. Em seguida, um dos homens teria pedido R$ 50 mil para libertá-la.
Para ajudar, um vizinho saiu para comprar um cartão telefônico. Em seguida, a vítima recebeu uma ligação em que uma das vozes masculinas questionava o motivo da movimentação nos arredores da casa. Durante a negociação, os valores foram baixando até R$ 5 mil. No entanto, a família conseguiu entrar em contato com a moça, constatando o golpe.
O investigador Leonardo Gardel explicou que geralmente esses casos são realizados de presídios localizados em outros estados. “Os bandidos acabam conseguindo informações com a própria vítima, ou falam alguma informação que geralmente possa estar ocorrendo na residência, como uma movimentação estranha”, explicou. De acordo com Gardel, este foi um caso isolado. “Não temos qualquer ocorrência semelhante”, afirmou.

Publicado em 24/7/10.
 
 
 
 
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