Não sou participante, mas simpatizo e me solidarizo com algumas redes sociais da internet cujas comunidades são “eu odeio isso...”, “eu odeio aquilo...”. Em Guaíba, meu grande desafeto é o supermercado Nacional, por motivos óbvios e que todo mundo sabe quais são. Tanto que, por onde passo, algumas pessoas me abordam para dizer que tudo o que escrevo criticando a qualidade dos produtos, dos serviços e de (falta de) infra-estrutura das lojas com a bandeira do WalMart em Guaíba, é o que eles gostariam de dizer, mas não têm oportunidade.
Entretanto, minha perseguição em nível mundial, é rede americana McDonalds. Se você tem filho pré-adolescente deve saber do que estou falando: o lanche é caro, ruim, o cliente tem sempre que esperar na fila, via-de-regra o pedido vem errado, você é mal-atendido por funcionários insatisfeitos mas, por onde quer que vá, suas lanchonetes estão sempre empilhadas de gente. Pra mim, é o maior fenômeno de marketing da humanidade...
Por isso, tanto o Nacional quanto o McDonalds são astronaves que tentamos, mas não podemos pilotar. Sem pedir licença, mudam nossas vidas e depois convidam a rir ou chorar.
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Se você, caro leitor, não suporta mais ouvir falar em Eliza Samudio, goleiro Bruno, Macarrão, um menor, um primo, o sítio, o ex-PM Bola, os Rottwailers... saiba que eu também não. Mas vamos combinar uma coisa: se continuar aparecendo ex-mulher e 18 amantes por dia para o ex-jogador do Flamengo (atual goleiro do Xilindra & do Gaiola F.C.), aquele salariozinho mixuruca de R$ 200 mil por mês que ele tinha, não dava pra nada, né?
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Passada a Copa da Jabulani, das Vuvuzelas e do povo Paul, voltamos à realidade tupiniquim do Campeonato Brasileiro. A seleção ainda espera por um novo treinador (pelo menos até o momento em que escrevo essas mal-traçadas linhas). Fala-se em Renê Simões, Felipão, Leonardo, Ricardo Gomes, Muricy Ramalho (líder do Brasileirão e que teria recusado ou sido impedido pelo Fluminense de aceitar o convite) e, Mano Menezes, que faz uma exigência: todos os amistosos e todos os jogos do Brasil na Copa de 2014 devem ser realizados no Estádio dos Aflitos. “É somente lá que milagres acontecem”, disse ele.
A respeito da dupla Gre-Nal, sim, leitores, sei que vão me cobrar, mas estou em compasso de espera com Celso Roth. Até porque ele está cumprindo a sua escrita: a de arrancar feito um bólido fórmula-1 e, logo nas primeiras voltas, o ponteiro do combustível vai despencando rumo à reserva para terminar a corrida como um Fusca 1200. Quando minha campanha “fora Alecsandro” tomava corpo, o cara faz um gol (de pênalti, é verdade) no Ceará domingo passado; e dois em cima do Galo na quarta-feira, lá em Minas. Aí me caiu o facão das mãos e os butiás dos bolsos. Agora ele vai exigir titularidade pelos próximos 10 anos.
Ainda acho que a zaga do Inter é profundamente inconfiável. Já disse e repito que o Pato Abondanzieri é o Lauro com grife, o Nei é apenas um careca esforçado e o Kleber é bom jogador mas é marrento na mesma proporção. Quando o Bolívar é o melhor do setor, significa que algo vai mal. Sim, porque o Índio, quando jovem, fininho e dedicado era um zagueirinho às raias da mediocridade. Imaginem agora que está velho, gordo e boêmio?
E o co-irmão da Azenha? Falta grupo, falta sorte e sobra goleiro. Tem torcedor reclamando do Vitor. Não fosse ele, o tricolor já estava na lanterna há muito tempo...