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Segunda-feira, 20 de maio de 2019

12/04/2019 - 14h51min

Focos do Mosquito da Dengue em Guaíba

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A Secretaria de Saúde de Guaíba registrou, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, 538 focos do mosquito Aedes aegypti no Município, inseto que transmite doenças graves, como Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Em nota, a Prefeitura informou que aproximadamente 3.500 larvas foram encontradas em 19 bairros: Alvorada, Alegria, Bom Fim, Colina, Centro, Parque 35, Columbia City, Engenho, Ermo, Florida, Vila Iolanda, Jardim dos Lagos, Nossa Senhora de Fátima, Pedras Brancas, Santa Rita (Cohab), São Jorge, Vila Elza e Vila Nova.

A maior parte dessas larvas foi encontrada nos pátios das casas; em depósitos de água, que muitas vezes passam despercebidos, como tampas de refrigerantes, cascas de ovos, potes plásticos, regadores, latas, bromélias, baldes, tonéis, pneus, lonas plásticas, piscinas, recipientes de vidros, pratos de vasos de plantas e outros.

Os proprietários desses imóveis são notificados pela Vigilância em Saúde e recebem o laudo laboratorial comprobatório da presença do mosquito e é dado um prazo de 10 dias para a adequação das irregularidades.

A Secretaria de Saúde conta com sete agentes que desenvolvem, continuamente, ações junto à população, em atividades como vistorias em residências, estabelecimentos comerciais, terrenos baldios, cemitério, reciclagens e quaisquer outros locais onde houver risco de formação de focos do mosquito. Realizam também junto à comunidade, ações educativas como orientação sobre os cuidados na prevenção ao mosquito Aedes aegypti, reificação, eliminação e tratamento de depósitos de água nos pátios. Também realizam ações de combate ao Aedes aegypti nas escolas municipais e estaduais da Cidade.

População precisa fazer a sua parte

Segundo o Governo Municipal, o relatório da Vigilância Ambiental mostra que os esforços e o comprometimento por parte dos agentes de saúde pública não estão sendo suficientes para conter o avanço mosquito. Portanto, se faz necessário um engajamento muito maior da população. O levantamento aponta que 90% dos focos são encontrados em depósitos de água dentro dos pátios das residências e os outros 10% em estabelecimentos como borracharias, ferro velho e cemitério.

“Tecnicamente, faltariam cerca de 50 agentes em Guaíba, mas na prática se sabe que pouca coisa mudaria, já que é preciso um comprometimento maior por parte da população”, concluiu a nota da Prefeitura de Guaíba.

Foto: DIVULGAÇÃO

Publicado em 13/4/2019.


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