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Domingo, 29 de maro de 2020

28/01/2020 - 09h22min

Espaço do Sim

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Votos de 2020 com capacidade de resolver problemas

A motivação desta coluna começa com minha investigação sobre o que eu quero para 2020. E o que me apareceu foi o desejo de conseguir fazer boas perguntas para encontrar boas soluções. As perguntas que definem, as perguntas que resolvem. Como milhões de pessoas, faço listas de desejos para o ano novo. Tem pelo menos uma que chega a ser monótona, por constar tantas vezes e não ser realizada com o resultado esperado: fazer exercício físico. Afinal o que me impede, de fato? Por que prefiro a justificativa (estar dentro de um peso aceitável para minha estatura) do que a prática? Por que a preguiça é mais forte que o benefício da saúde? Comecei a jogar tênis, nadar e ... parei. Enfim, fazer a si mesmo um conjunto de perguntas de autodescoberta das motivações, aparentes e profundas, me passa uma sensação de conseguir progredir nos resultados. É meu desejo para 2020. Extensivo para você.

Tem uma história que gosto bastante. Perguntaram para um Prêmio Nobel de Química, qual o motivo de ele ter superado outros cientistas para ser o escolhido. Ele disse: ¨Minha mãe. Quando eu chegava da escola, ela me perguntava: que perguntas você fez?”. Percebem a força disto? Fazer uma boa pergunta implica estar conectado com o que está acontecendo, com o que está sendo dito, com o resultado que está sendo buscado.

Outro exemplo. Uma boa matéria jornalística precisa responder as seis perguntas básicas: O que; por que; como; quem; quando; e quanto. Com detalhamentos específicos. Quem fez a ação, em quem repercutiu, quando foi feita e prazos envolvidos das consequências, quantas pessoas, quanto dinheiro... O detalhamento enriquece a compreensão e, portanto, facilita um posicionamento. Se fizermos este conjunto de perguntas para nós mesmo sobre nossa vida, nossos propósitos, prazos, benefícios, estaremos mais aptos para decisões melhores.

Especificamente, sobre resolver problemas, assisti a uma fala de um neurocientista, Dr. Cícero Coimbra, entrevistado por outro médico, o Dr. Nelson Annunciato, que comparava a longevidade e qualidade de vida, com a capacidade de resolver problemas. Quando as pessoas se aposentam, ou por algum motivo param de trabalhar, diminuem muito a prática de resolver desafios. Aqueles que continuam ativos, que se apresentam para trabalho voluntário ou se engajam em alguma atividade, continuam tendo desafios diários para resolver. Repercutindo uma melhor saúde geral. Diz este cientista, que um mito que caiu, é que não produzimos neurônios novos, que são as células usadas na aprendizagem. Ele afirma que ganhamos milhares de células novas sempre, diariamente, mas se não as usamos, se perdem.


Então, como votos de felicidade, de qualidade de vida, de encontrar seu lugar no mundo, de aproveitar cada neurônio novo, desejo um 2020 com muitas perguntas que levem a muitas soluções, para um grande Sim a Vida! Grande abraço!

Joaquim Mello

[email protected]

Publicado em 18/1/20.

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