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Quinta-feira, 28 de agosto de 2014

25/08/2014 - 14h07min

Camaquã

CTG Camaquã com nova Patronagem

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A entidade tradicionalista mais longeva da Região, que no ano passado registrou seu cinquentenário - o CTG Camaquã - está com nova patronagem. A assembleia de eleição para a escolha dos novos dirigentes, para o biênio 2014/2015, ocorreu no final do mês de junho, e o jantar de posse aconteceu na noite de 8 de agosto, numa festividade de casa lotada. Na oportunidade, o patrão que se despedia do cargo, Flávio Menezes, fez um breve relato resumido das atividades desenvolvidas nos últimos anos e desejou sucesso ao novo patrão, Giuller Lempke Dias.

Conforme o professor Josy Farias, o mais antigo centro de tradições gaúchas da cidade, o CTG Camaquã, foi fundado em 1963. Surgiu a partir dos programas de auditório da Rádio Camaquense, no início dos anos 1960. A Rádio, na época, era localizada na Rua Marechal Floriano.

Os programas “Tradições do Rio Grande”, posteriormente, “Ronda Crioula”, com Nelson Ricardo e Josy Barbosa de Farias, com a colaboração do poeta camaquense Laury Farias dos Santos, foram o embrião do CTG Camaquã. Levado ao ar todas as noites de terça-feira, contava com a participação de músicos, declamadores e cantadores. Assim começou a despertar o sentimento nativista da gauchada, o que levou à formação de um grupo de tradicionalistas, um “CTG clandestino”, mas que tinha até patronagem, com o patrão Clarimundo Albuquerque.

Mas, como o movimento avançou, se fez necessário formar um CTG oficial. E foram várias reuniões e muitas discussões para definir o nome da entidade. Uma ala queria “CTG Camaquã”, e outra preferia “CTG Zeca Netto”. Então, tudo se resolveu em um plebiscito, onde o primeiro grupo venceu. Em 29 de outubro de 1963, nascia o CTG Camaquã, sendo sócios fundadores: Renato Centeno Crespo, Fausto Centeno Crespo, Clarimundo Albuquerque, Lauri Farias dos Santos, José Nelson da Silva, Osvaldo Lessa da Rosa, Josy Barbosa de Farias, Clineu Pires da Silveira, Osvaldo Ribeiro - o Ribeirinho, e João Máximo Lopes. A primeira patronagem foi eleita, tendo como patrão Renato Centeno Crespo.

Foto: Clarisse Vargas

Publicado em 23/8/14.

Mudanças no Trânsito no Centro de Camaquã

Estacionamento oblíquo é substituído pelo paralelo

A Prefeitura iniciou alterações no sistema de trânsito do Centro de Camaquã. O estacionamento das avenidas e ruas centrais passa do esquema oblíquo para o paralelo. De acordo com a Divisão Municipal de Trânsito, a mudança irá garantir maior fluidez ao tráfego, considerando o aumento do espaço de rodagem.

As primeiras vias a receberem o novo sistema de estacionamento são as avenidas Olavo de Moraes e Presidente Vargas. Depois, as alterações se darão nas ruas Júlio de Castilhos, Zeca Netto e Marechal Floriano.

O Executivo Municipal explica que, além das alterações nos estacionamentos, a sinalização do trânsito passará por uma revitalização. Serão instalados novos suportes, em aço galvanizado, para neles serem colocadas novas placas com película refletiva, que facilitarão a visualização por parte dos condutores. Além destas ações, haverá a demarcação das vagas de estacionamento com a pintura no pavimento.

Foto: Divulgação/PMC

Novos caminhões ampliam coleta seletiva em Camaquã

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Camaquã recebeu dois caminhões novos (foto) para o serviço de coleta seletiva do lixo. Os recursos para aquisição dos veículos são oriundos do Fundo Municipal de Gestão Compartilhada, previsto no convênio entre Município e Corsan. De acordo com a Prefeitura, a partir do dia 28, os caminhões passarão duas vezes por semana nos bairros de Camaquã. No Interior, serão mantidos os horários e as rotas iniciais.

O secretário João Batista Caldasso chama atenção para a necessidade dos cidadãos separarem seu lixo seco e orgânico, considerando que a seleção ajuda os trabalhadores que atuam na Cooperativa de Catadores de Camaquã (Cotrica), formada por trinta e duas famílias. “Com o aumento do volume do lixo seco, aumenta também a renda destes trabalhadores, que após fazerem a triagem do material o negociam com uma empresa de Minas do Leão, da Região Carbonífera”, ressaltou Caldasso.

Foto: Divulgação/PMC


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